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Prefeitura publica edital para recolhimento de resíduos acumulados em depósitos provisórios

Espaços que reúnem entulhos antes da destinação a aterro geram preocupação para moradores e o Ministério Público

Montanhas de lixo trazem preocupação por risco de contaminação | Foto: Camila Cunha

A prefeitura de Porto Alegre lançou edital para a contratação de empresas para o recolhimento de resíduos da enchentes. Parte do material recolhido é depositado pelo DMLU em espaços temporários, próximos às áreas inundadas, os chamados bota-espera, onde formam montanhas de lixo que aguardam o recolhimento e destinação para aterro sanitário. Nos últimos dias, o acúmulo de lixo em locais próximos a áreas residenciais e prédios do poder público preocupam moradores.

Serão contemplados três terrenos. Dois deles ficam na Voluntários da Pátria, sendo uma na região central e outro nas proximidades do bairro Humaitá e da Vila Farrapos. O outro bota-espera fica na avenida Loureiro da Silva, próximo à Câmara de Vereadores e à Receita Federal.

O Edital de Chamamento Público para a contratação de empresas para a prestação de serviços de transporte de resíduos sólidos dos terrenos de bota-espera ao aterro de inertes localizado em Gravataí foi publicado em edição extra do Diário Oficial nessa sexta-feira, 14.

O serviço terá prazo de execução de 30 a 45 dias, conforme o Termo de Referência, de acordo com cada lote de bota-espera, a contar da ordem de início. A contratação emergencial engloba a carga e transporte de resíduos gerados pelo desastre climático, com fornecimento de equipamentos, caminhões, respectivos operadores e motoristas e mão de obra.

“O objetivo é eliminar o acúmulo de resíduos dos bota-espera, levando-os da maneira mais rápida possível ao destino final”, afirma a secretária municipal de Parcerias, Ana Pellini. A contratação será direta, com dispensa de licitação, em três lotes para atender os locais distribuídos em diferentes regiões da cidade.

Risco de contaminação

O Ministério Público do RS e o Ministério Público Federal visitaram, na última quarta-feira, um desses espaços, localizado no Complexo Cultural Porto Seco. O principal receio é que pessoas acabem se contaminando, uma vez que a prefeitura cogita montar uma cidade provisória para até 10 mil desabrigados na região.

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