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Falta de eventos ameaça setor no Rio Grande do Sul

Dados apontam que setor emprega mais de de 118 mil pessoas

Crédito: Freepik

Um setor que vai enfrentar alto impacto no pós enchente é o de eventos. Para se ter uma ideia, de janeiro a novembro do ano passado o segmento faturou mais de R$ 20 bilhões no Rio Grande do Sul, incluindo hospedagem, bares e restaurantes, transporte, locação de veículos, agência de viagens, prestadores de serviço para eventos, entre outros, e um total de 118 mil empregados diretos.

O estado foi o terceiro no país que mais recebeu turistas internacionais, sendo superado por São Paulo e Rio de Janeiro. Foram mais de um milhão no ano passado. Mas 4,1 milhão de passageiros, brasileiros e estrangeiros, tiveram como destino os aeroportos do Rio Grande do Sul, o que representa um aumento de 17,3% sobre 2022.

Conforme o Convention Bureau de Porto Alegre e Região Metropolitana, os números são impressionantes: – 62% dos eventos turísticos foram afetados. – 53% dos atrativos turísticos públicos e 67% dos atrativos privados sofreram danos. – 82% das empresas de turismo reduziram ou cessaram operações. E a gravidade só aumenta: 43% têm empréstimo para pagar ainda do tempo da pandemia. E 43% não tinha seguro para este tipo de situação.

E tudo se resume ao prazo de reabertura do Aeroporto Salgado Filho. Antes do prazo de meados de dezembro, o setor tinha uma média de 70% dos eventos transferidos para um período de setembro em diante. Com a oficialização, o Convention Bureau teme cancelamentos ou adiamentos para 2025.

E, cada evento mexe com cerca de 70 atividades que precisam ser contratadas. e variam conforme o número de participantes do evento, duração (quantos dias) e as características de cada evento. O RS reunia muitos eventos médicos, que podiam movimentar até 6 mil participantes.

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