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Governo do estado paga metade do 13º salário na sexta-feira

Cerca de R$ 900 milhões serão destinados a servidores públicos estaduais

Foto: Marcello Casal Jr./ABr

O governo gaúcho deposita, na próxima sexta-feira, 7, metade do valor referente ao 13º salário para servidores públicos estaduais. O governador Eduardo Leite havia anunciado que a antecipação de 50% da gratificação ocorreria até 15 de junho, mas o repasse foi viabilizado uma semana antes. O pagamento representa cerca de R$ 900 milhões liberados pelo Estado para mais de 350 mil vínculos de servidores ativos, inativos e pensionistas do Poder Executivo.

Na quarta-feira, 5, o governo pagará uma folha suplementar para ajustes em alguns contracheques que tiveram pendências em gratificações em função dos dias em que os sistemas estiveram indisponíveis. “Muitos servidores também foram atingidos, assim como boa parte da população gaúcha. Essa antecipação é uma forma de dar condição àqueles que foram mais afetados, seja por terem suas próprias residências alcançadas ou por ajudarem familiares e amigos, acolhendo e se mobilizando em favor dessas pessoas”, disse o governador.

Leite afirmou que o pagamento também busca ajudar economicamente comunidades atingidas. “Estamos falando em quase R$ 1 bilhão em valores que serão injetados na economia do Rio Grande do Sul com essa antecipação”, contabilizou. O anúncio ocorreu durante uma coletiva de imprensa sobre novos aportes, superiores a R$ 46 milhões, para as áreas da saúde e da educação. Junto a outras ações, os investimentos chegam a R$ 751 milhões em recursos do Tesouro do Estado.

A disponibilização dos recursos foi possível pelos esforços de ajuste das contas que já vinham sendo empreendidos antes da crise meteorológica. Desde 2020, o Estado paga salários e fornecedores em dia, após quase cinco anos de atrasos sucessivos na folha de pagamento.

“O Rio Grande do Sul realizou reformas administrativa e previdenciária, promoveu privatizações e aderiu ao Regime de Recuperação Fiscal com a União. Todas essas medidas encontram, agora, um Estado mais ajustado quanto às despesas de curto prazo, o que viabiliza essa antecipação”, explicou a secretária da Fazenda, Pricilla Maria Santana.

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