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Cerca de 3,4 mil profissionais de hospitais e unidades de saúde de Porto Alegre foram afetados pela enchente

Hospitais da capital têm oferecido transporte para que profissionais possam trabalhar e criaram campanhas para ajudar aqueles que tiveram casas atingidas

Secretaria Municipal de Saúde (SMS), através dos técnicos da Diretoria de Vigilância em Saúde (DVS), Núcleo de Imunizações, levaram vacinas contra a influenza (gripe) e vacina antitetânica aos trabalhadores do DMAE que estão atuando em serviços alagados e atingidos pelas enchentes. Foto: Patrícia Coelho/Divulgação SMS/PMPA

A enchente que assola o Rio Grande do Sul faz com que a rede de saúde de Porto Alegre, entre hospitais e unidades de saúde, tenha um déficit de ao menos 3,4 mil profissionais. Entre as situações registradas pelas entidades estão desde colaboradores com a casa atingida pela água, até mesmo profissionais com dificuldade de deslocamento até o local de trabalho. Por isso, os hospitais da capital têm oferecido transporte para que os empregados possam trabalhar e criaram campanhas para ajudar aqueles que tiveram suas residências atingidas.

Apenas no complexo da Santa Casa de Misericórdia de Porto Alegre são mais de 1,2 mil colaboradores que estão impossibilitados de trabalharem. Para suprir as necessidades de atendimentos, a instituição tem recebido a ajuda de voluntários. Segundo a Santa Casa, o atual quadro funcional conta com cerca de 10 mil profissionais e o déficit atinge todas as áreas do complexo, em especial as de apoio, como copa, lavanderia e cozinha.

Além disso, conforme a prefeitura de Porto Alegre, cerca de 500 profissionais que atuam nas unidades de saúde do município ou nos hospitais de Pronto Socorro e Materno Infantil Presidente Vargas foram afetados pelas enchentes na capital e na região metropolitana.

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