Polícia Penal promove revista no Presídio Regional de Caxias do Sul

Somente em 2024, foram realizadas 11 intervenções prisões

Foto: Rafa Marin/Ascom Polícia Penal

A Polícia Penal realizou, na manhã desta segunda-feira, uma operação de revista no Presídio Regional de Caxias do Sul (PRCS). Cerca de 140 servidores penitenciários revistaram 400 apenados e 72 celas de duas galerias. A ação, motivada pelo aumento dos índices de crimes contra a vida na região, é resultado das análises dos indicadores criminais, através do Programa RS Seguro, do governo do Estado.

Somente em 2024, foram realizadas 11 intervenções no PRCS e na Penitenciária Estadual de Caxias do Sul (PECS), os dois estabelecimentos de regime fechado do município. Foram nove revistas gerais e dois cumprimentos de mandados de busca e apreensão, de forma articulada com a Polícia Civil.

Na sexta-feira, após operação na PECS, foi realizada a transferência de seis apenados identificados como lideranças de organizações criminosas para o Complexo Prisional de Canoas, onde há bloqueadores de celulares.

Outra medida para tornar o município mais seguro é a realização da fiscalização de presos em regime domiciliar, em conjunto com a Polícia Civil e com a Brigada Militar. Foram 11 em 2023 e duas neste ano.

O superintendente dos Serviços Penitenciários, Mateus Schwartz, destaca que a Polícia Penal vem realizando diversas ações visando a redução dos índices de criminalidade no Estado. “As intervenções nas unidades prisionais das dez regiões penitenciárias estão e continuarão sendo constantes, principalmente nos municípios apontados como mais violentos pelo RS Seguro. Nessas ações, contamos com a qualificação técnica dos nossos grupos táticos, o Grupo de Ações Especiais e os Grupos de Intervenção Rápida e apoio de todos os servidores”, ressalta.

Participaram da revista desta segunda integrantes do Grupo de Ações Especiais (Gaes), dos Grupos de Intervenção Rápida da 4ª e 7ª Regiões Penitenciárias, dos Canis das 7ª e 9ª Regiões, da própria casa prisional, da 7ª Delegacia Penitenciária Regional e da Inteligência Penitenciária. Foram apreendidos celulares, carregadores, chips de telefonia, armas artesanais e substâncias semelhantes à maconha e à cocaína.

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