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Preso por matar jovem na praia de Atlântida não tinha registro como vigilante, revela PF

Ex-PM Rogério Farias Camargo admitiu ter matado Renan de Oliveira Rosa, de 18 anos, no último sábado

Foto: Reprodução/Redes Sociais

A Polícia Federal divulgou nota, nesta quinta-feira, afirmando que o ex-PM Rogério Farias Camargo, de 58 anos, não tinha capacitação, nem o devido registro, para atuar como vigilante. Preso preventivamente, ele admitiu ter matado Renan de Oliveira Rosa, de 18 anos, na praia de Atlântida, em Xangri-Lá, no último sábado, enquanto fazia a segurança do bairro comercial Las Ramblas.

Segundo o comunicado, o grupo Elite, contratado pelo complexo gastronômico, também não é autorizado a atuar no ramo de segurança privada pela Delegacia de Controle da Segurança Privada (DELESP). O texto destaca que o fato evidencia os ‘riscos e consequências sociais da contratação e atuação da atividade de segurança privada ilegal’.

Conforme informações da Record-RS, o preso já havia sido afastado da Brigada Militar, em 2002, por indisciplina. Camargo tinha antecedentes por sequestro, cárcere privado, lesão corporal e roubo a estabelecimento comercial.

Em nota, o Las Ramblas lamentou o ocorrido e informou ter enviado todas as imagens de câmeras de segurança do local à delegacia de polícia do município.

Crime

O delegado Roland Alexander Short declarou, à Rádio Guaíba, que o crime ocorreu após um desentendimento envolvendo amigos da vítima, moradores de Osório, e outros jovens no local. Seguranças apartaram a confusão e acompanharam o grupo de Renan até um estacionamento. Após o jovem ter entrado no veículo, o ex-PM o retirou para fora e o atingiu com um golpe de canivete na barriga.

O segurança admitiu a autoria do crime, conforme o policial, após ter sido confrontado com imagens mostrando o trajeto entre o complexo de bares e o estacionamento. Segundo o delegado, o preso alegou ‘ter perdido a cabeça’ e não soube explicar a razão da facada.

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