Esqueletão é totalmente desocupado de forma “dialogada e segura”, diz Melo

Neste domingo encerrou o prazo judicial para comerciantes e moradores deixarem o prédio inacabado, localizado no Centro de Porto Alegre

Neste domingo encerrou o prazo judicial para comerciantes e moradores deixarem o prédio inacabado, localizado no Centro de Porto Alegre | Foto: Mauro Schaefer / CP Memória

O prédio chamado popularmente de “Esqueletão”, situado no Centro de Porto Alegre, foi totalmente desocupado na manhã deste domingo. Moradores e comerciantes, que ocupavam os primeiros andares do prédio com estrutura inacabada tinham até ontem, devido ao prazo judicial, para deixar voluntariamente o local. De acordo com o prefeito Sebastião Melo, que esteve no local nas primeiras horas da manhã, a desocupação ocorreu de forma pacífica, sem necessidade de qualquer operação.

“A desocupação do Esqueletão, que se encerrou há pouco de forma dialogada e segura, é um avanço simbólico para Porto Alegre”, escreveu Melo no Twitter. Para o gestor municipal, o prédio que nunca chegou a ter sua estrutura concluída representa “a falência da ordem pública e perigo concreto para os cidadãos”.

Nos próximos dias, o Laboratório de Ensaios e Modelos Estruturais (Leme) da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (Ufrgs) iniciará a elaboração do laudo estrutural que decidirá o futuro do Esqueletão – se ele será demolido ou se haverá o reaproveitamento com reformas da estrutura. De acordo com a SMPAE, essa etapa deve ocorrer “dentro de dias” e será conduzida pelo secretário da pasta, Cezar Schirmer.

Os moradores que deixaram o Esqueletão irão receber um auxílio-moradia de R$ 500 mensais. O benefício será ofertado pela Fundação de Assistência Social e Cidadania (Fasc) por até 24 meses.

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