Nova iluminação de Porto Alegre vai ser instalada a partir de setembro

Primeiras trocas vão ocorrer nas avenidas Assis Brasil, Bento Gonçalves, Ipiranga e Vila Planetário, Nonoai e Cavalhada

Foto: Eduardo Beleske/Arquivo PMPA

A Prefeitura de Porto Alegre e o consórcio I.P. Sul anunciaram, na tarde desta quinta-feira, o início da substituição de 101 mil lâmpadas da rede de iluminação pública espalhadas pelo município. O grupo vencedor tinha oito meses para começar o trabalho, a contar da assinatura do contrato, em junho, mas os trabalhos serão adiantados já a partir do mês que vem.

As novas luminárias foram encomendadas e devem chegar entre o fim de agosto e o início de setembro. As primeiras trocas vão ocorrer nas avenidas Assis Brasil, Bento Gonçalves, Ipiranga e Vila Planetário, Nonoai e Cavalhada. Somente nessas vias, serão mais de 2 mil pontos de luz com iluminação em LED.

Em até dois anos, todas as lâmpadas da cidade devem ser trocadas por modelos do tipo. A tecnologia pode ser encontrada, hoje, em apenas 6% dos pontos de luz da cidade. Conforme o consórcio, as luminárias em LED, além de 46% mais econômicas, oferecem iluminação 130% superior aos modelos utilizados hoje, de acordo com o diretor-técnico da I.P. Sul, Guido Oliveira.

“Teremos economia de energia, maior segurança, assim como melhor visibilidade dos monumentos da cidade”, sustenta. A PPP da iluminação também deve proporcionar aos cofres públicos uma economia de cerca de 50% na conta de energia pública.

Além da troca das lâmpadas públicas de toda a cidade, o consórcio precisa instalar câmeras, sensores, centro de controle e iluminação específica para sete monumentos de Porto Alegre. A estimativa de investimento em infraestrutura ao longo do contrato é de R$ 280 milhões. O investimento, incluindo manutenção, pode alcançar R$ 400 milhões, de acordo com o secretário de Parceiras Estratégicas, Thiago Ribeiro.

Em relação a monumentos, o contrato prevê iluminação cênica a ser utilizada em regiões turísticas da cidade, como o Largo Glênio Peres. A contratação envolve também o mapeamento completo do total de lâmpadas em utilização. O Complexo Cultural do Porto Seco, na zona Norte, porém, não é contemplado no projeto.