Operação Avante Ferrolho: proteção de fronteiras e prevenção contra crime organizado do RJ chega ao Estado

Anúncio foi feito em coletiva de imprensa na tarde desta quinta-feira (01). | Foto: Laura Gross/Rádio Guaíba

Anúncio foi feito em coletiva de imprensa na tarde desta quinta-feira (01). | Foto: Laura Gross/Rádio Guaíba

Foi lançada hoje, pela Brigada Militar e pela Secretaria Estadual de Segurança Pública, a Operação Avante Ferrolho que consiste no trabalho conjunto com equipes da segurança dos estados de Santa Catarina e Paraná contra crimes que possam ocorrer em regiões de fronteira e divisa de estados. A Operação também é uma prevenção contra o crime organizado do Rio de Janeiro que pode chegar a outros Estados, inclusive o Rio Grande do Sul.
Segundo o Secretário da Segurança Pública do Rio Grande do Sul, Cezar Schirmer, os resultados com a operação já são positivos, mas este primeiro teste foi necessário para testar as vulnerabilidades ainda existes. “Aqui no Sul, temos resultados muito positivos, não só com a operação de hoje, que foi uma forma de teste, em que verificamos nossas vulnerabilidades e as questões que precisamos operar melhor. Mas precisamos destacar o ineditismo da ação e a integração entre os agentes tanto do RS, quanto dos outros dois estados”, observa.
Quanto à possibilidade do crime organizado no Rio de Janeiro chegar ao estado, o Secretário garante que a prevenção ainda é a melhor solução. “Durante o período em que estávamos planejando a Operação Avante Ferrolho, ocorreu a intervenção militar no Rio de Janeiro e costumamos ouvir que, se a Polícia ‘apertar lá, o crime pode migrar pra cá’. Então, temos que salientar para a população que há um risco, mas não há nada que nos indique que isso realmente irá ocorrer. Portanto, queremos, com essa ação integrada, avisar ao crime no País que estamos preparados para recebê-los com contenção e firmeza”, salienta.
O tráfico de drogas e de armas ainda é uma das principais preocupações na fronteiras dos estados do Sul, segundo Schirmer. “A operação se dá em diferentes dimensões e diferentes propostas, mas obviamente que tráfico de drogas e de armas é um foco, pois sabemos que temos fronteiras internacionais e este é um dos agravantes”, observa o secretário.

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